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Até ao momento, deve ter conseguido esclarecer muitas dúvidas sobre Optimização Operacional, do seu foco e da sua problemática.

Depois de ultrapassar as duas fases anteriores, está agora munido do conhecimento e das ferramentas necessárias para iniciar a implementação de um projecto de Optimização Operacional. Nesta página e nas seguintes, apresentamos à sua consideração uma forma de abordagem à implementação de projectos nesta área.

Esperamos que a nossa abordagem esteja de acordo com as suas expectativas e que sinta um enorme interesse em iniciar connosco um projecto de implementação de Optimização Operacional. Obrigado pela sua visita.  

 

O que é um projecto de optimização operacional?

Este tipo de projecto divide-se em duas grandes fases: A fase de Diagnóstico (M:OPTIMA) e fase posterior de Intervenção sobre as funcionalidades do sistema pessoas-processos-tecnologias. 

Estas componentes encontram-se perfeitamente separadas porque os seus objectivos, apesar de complementares bastante distintos. 

Normalmente, um projecto de optimização de negócio inicia-se posteriormente à implementação de um ERP. Desta forma, o seu primeiro objectivo deve ser a análise exaustiva de todas as fases da anterior implementação, seguindo-se a identificação das melhorias conseguidas (com a sua quantificação, quando possível) e das expectativas defraudadas. Posteriormente, passa-se para a identificação e quantificação das oportunidades de melhoria, para a elaboração do plano de acção e, finalmente, para a conclusão, apresentação e entrega do relatório final de diagnóstico.

O relatório final deste projecto deverá ser a base de futuras intervenções no negócio, quer nas áreas da empresa que já explorem de forma efectiva a nova funcionalidade do ERP, quer nas áreas em ainda não efectuaram a sua implementação. Mais do que um relatório que se limita a apresentar o "GAP" funcional entre a solução implementada e a que poderia estar implementada, o conteúdo do relatório final apresenta uma forte componente de análise de performance com base em informação financeira. As seguintes questões são respondidas e enquadram de uma forma muito precisa a direcção futura da integração pessoas-processos-tecnologias que a empresa deve prosseguir.

Em relação ao passado e presente:

  • Que expectativas foram defraudadas?

  • Que resultados esperados foram efectivamente alcançados?

  • Quais os resultados inesperados?,

  • Quais os ganhos de performance conseguidos?,

  • Qual o impacto na organização?,

  • Qual o impacto nas pessoas?,

  • Qual o retorno do investimento até ao momento?

Em relação ao futuro:

  • Quais os ganhos potenciais?,

  • Quais os ganhos a atingir e quando?

  • Qual o impacto nos processos de negócio?

  • Qual a futura linha de acção?

  • O que deve ser esperado obter com cada uma das futuras intervenções?

  • Quando é que estas intervenções devem ser realizadas?

  • Por quem é que estas intervenções devem ser realizadas?  

Neste projecto terão uma intervenção fundamental todos os quadros superiores da empresa que participaram na implementação do ERP, pois é para eles que este relatório terá a maior utilidade. Ao permitir visualizar claramente todas as oportunidades de melhoria em cada posição funcional, permite a cada executivo dispor de uma ideia muito bem definida de qual o potencial de melhoria que a sua área pode efectivamente alcançar a curto prazo com a execução das recomendações contidas no relatório final do Diagnóstico M:OPTIMA.

No entanto, um projecto de Optimização Operacional não termina com a elaboração deste diagnóstico, ele continua com a realização de intervenções sobre a organização, sobre o negócio, sobre os processos e muito particularmente sobre a tecnologia.

Consoante a tecnologia de gestão empresarial de cada organização, assim deverá ser utilizada uma metodologia mais ou menos direccionada para o ERP. Mais direccionada, se a abrangência deste já for significativa em termos de cobertura funcional da organização, isto é, se as funcionalidades do ERP responderem "na prática" a mais de 75% das necessidades e requisitos da organização. Caso contrário deverá ter em grande atenção quais as funcionalidades que hoje são respondidas por sistemas periféricos e quais os ganhos potenciais da sua transferência para o ERP (caso este apresente funcionalidades que respondam aos requisitos).

Esta é uma fase de intervenção sobre o negócio em que nos propomos efectuar o seu acompanhamento e assessoria de implementação.

Quais os seus factores críticos de sucesso?

 

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