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Gostaríamos de aproveitar esta oportunidade para agradecer-lhe o interesse em conhecer as nossas ideias sobre a Optimização Operacional dos Sistemas de Informação das empresas. Consideramos que a sua Optimização e Inovação contínua, é fundamental para a manutenção de vantagens competitivas numa economia cada vez mais global.  

Será que a sua empresa tem um sistema de informação que garante a manutenção de vantagens competitivas? Será que esse sistema está optimizado na exploração da informação que recolhe? Será que todos os processos que podiam ser automatizados, já o estão realmente? Será que a forma como faz negócio garante a manutenção de um compromisso saudável entre qualidade, nível de serviço e custo?

Estas são algumas das questões a que procuramos responder através do trabalho que realizamos para os nossos clientes. Cada empresa é um caso de per si, mas onde existem múltiplas oportunidades para melhorar, para optimizar e para inovar. Esperamos que a sua visita seja útil, que possa encontrar as respostas que procura. Estamos à sua disposição para o estabelecimento de uma colaboração que permita aplicar a nossa experiência e conhecimentos ao seu caso particular. 

 

O que é a Optimização Operacional?

Fig. 1 - Pirâmide de Benefícios

Entre os anos de 1994 e 2000, desenvolveu-se o conceito de "package" integrado de gestão e nasceu o conceito de ERP (Enterprise Resource Planning). Neste curto período de cerca de 7 anos, milhares de empresas implementaram sistemas ERP mais ou menos sofisticados, consoante as suas necessidades de negócio e orçamentos disponíveis. Neste período nasceram ou consolidaram-se a nível internacional nomes como SAP, BAAN, PEOPLESOFT, ORACLE, JDEDWARDS, INTENTIA, NAVISION, ADONIX, entre outros. Em Portugal, surgem os softwares da PHC e da PRIMAVERA, primeiro destinados às micro empresas, não se podendo considerar ainda ERPs, mas agora já com outras ambições.

Durante este período, a motivação básica das empresas para adquirir software de gestão empresarial advinha da necessidade de resolver o problema do "bug" do ano 2000 e ao mesmo tempo procurar integrar a sua organização, ao assentá-la sobre uma mesma plataforma tecnológica. Estamos no primeiro nível de benefícios resultantes da implementação de um ERP - a Integração Funcional.

Consoante o grau de sucesso do projecto de implementação do ERP, esta Integração 

Funcional foi mais ou menos conseguida em muitas empresas, mas em muitas outras ainda está muito longe de ser atingida. Porquê?

Podem encontrar-se várias explicações, desde a qualidade da implementação, até ao âmbito de funcionalidades do ERP. No entanto, a razão principal tem a ver com a concepção da implementação. Algumas empresas vêem a implementação como uma mera mudança tecnológica, enquanto outras têm uma visão mais abrangente e vêem a implementação de um ERP como um passo importante na integração de pessoas, tecnologias e processos, e na busca da excelência organizacional, mesmo ao nível inter-empresas.

Na pirâmide de benefícios a maior parte das empresas debatem-se no 1º nível. Buscam a Integração Funcional, muitas vezes sem terem uma noção concreta do que esta significa para a organização. Que benefícios deve esperar dos investimentos que está a ter? Que quantificação foi definida para esses benefícios? Quais as áreas em que são prioritárias melhorias da eficiência e reduções de custos? Qual o impacto que estas optimizações têm nos resultados, em caso de sucesso e insucesso? Qual o nível de stresse sobre a organização, isto é, qual o aumento da carga de trabalho sobre os recursos internos? Qual o investimento em formação mais adequado?...

Para poder ter sucesso na implementação de um ERP, cada empresa deve responder a estas e outras questões antes de iniciar um projecto de implementação. No entanto, deve mantê-las sempre presentes no início da evolução para qualquer dos níveis da Pirâmide de Benefícios.

Os benefícios do primeiro nível da Pirâmide de Benefícios resultam directamente da qualidade da integração funcional do ERP implementado, isto é, da abrangência e adequação a cada empresa da sua funcionalidade básica. Os benefícios resultantes do alcançar do segundo e terceiro níveis provêem da integração de processos de negócio, primeiro no interior de cada empresa através da efectivação de uma colaboração de negócio entre pessoas, processos e a tecnologia e, posteriormente, através do alargar da colaboração para fora da empresa, para os seus parceiros de negócio.

A Pirâmide de Benefícios enquadra os objectivos genéricos de desenvolvimento de qualquer empresa numa fase pré e pós implementação de um ERP. A Optimização de Negócio considera-se insuficiente, razoável, boa ou excelente no caso de serem atingidas, respectivamente, as seguintes percentagens de benefícios em cada patamar da pirâmide - menos de 25% (insuficiente), entre 25% e 50% (razoável), entre 50% e 75% (boa), e mais de 75% (excelente). Estas percentagens resultam da média ponderada de vários indicadores, quer financeiros, quer estatísticos, quer quantitativos, quer qualitativos (ver M:OPTIMA).

A Optimização Operacional tem, pois, como objectivo definir os parâmetros, as estratégias e os planos de acção, que devem ser seguidos para elevar uma empresa de um patamar para o seguinte, na Pirâmide de Benefícios.

Porquê um projecto de Optimização Operacional?

 

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